Sunday, November 13, 2011

CHICO BALEADO E SUA MEMÓRIA - HISTORIETAS DE SEGUNDA-FEIRA 248



Chico Baleado tem os olhos claros e diz ser descendente de franceses. Muitos na cidade também se consideram de origem gaulesa. O fato é que Chico Baleado quase não sabe ler nem escrever, mas tem uma memória de elefante e lembra-se de episódios de sua meninice, passada com amigos como Pedro Barbeiro, o barbeiro dito o mais famoso da cidade. Uma das lembranças que tem é a de uma briga no jogo de bila quando atirou um caco de telha, daquelas do Coronel Felino, na cabeça do amigo abrindo um enorme buraco e fazendo muito sangue. Os dois passaram meses sem se falar. Isso durante as férias. Quando as aulas do Grupo recomeçaram eles já estavam se falando e aprontando. Dona Maria Antônia, a professorinha, dava duro para empurrar alguma coisa na cabeça do nosso herói. No final das contas parece que não deu em nada. Mas, ele aprendeu a contar dinheiro.

( O quadro é Persistence Of Memory por Salvador Dali)


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Friday, November 11, 2011

O RIO RENO TEM A FOTO MAIS CARA DO MUNDO

Vejam o que publicou o G1 hoje - 1/11/2011 09h49 - Atualizado em 11/11/2011 10h05

Foto mais cara do mundo é vendida por US$ 4,3 milhões, em Nova York

Imagem registrada em 1999 mostra o rio Reno, na Alemanha.
Obra de Andreas Gursky superou recorde anterior, de US$ 3,8 milhões.

Do G1, em São Paulo

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Uma panorâmica do rio Reno, na Alemanha, tornou-se a foto mais cara já vendida, ao ser arrematada em leilão, nesta terça-feira (8), por US$ 4,3 milhões. A Christie’s, responsável pela operação, que aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos, não divulgou o nome do comprador da imagem, registrada em 1999 pelo fotógrafo alemão Andreas Gursky.

Foto mais cara do mundo 2 (Foto: AP Photo/Christie's, Andreas Gursky)Imagem do rio Reno, na Alemanha, foi registrada em 1999 (Foto: AP Photo/Christie's, Andreas Gursky)

Intitulado “Rhein II”, o trabalho integra uma série de seis fotografias. Quatro delas estão abrigadas em instituições como o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e a galeria Tate Modern, em Londres. O valor alcançado superou as expectativas iniciais: a pré-venda estabelecia algo entre US$ 2,5 milhões e US$ 3,5 milhões. O recorde anterior pertencia à foto “Untitled #96”, de Cindy Sherman, vendida em maio deste ano por US$ 3,9 milhões, também por meio da Christie’s.


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Thursday, November 10, 2011

ONDAS GIGANTES NA CHINA

1/08/2011 11h16 - Atualizado em 31/08/2011 11h31
Veja matéria pPublicada no G1: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/08/chineses-se-reunem-para-mare-cheia-e-sao-surpreendidos-por-onda-gigante.html

Chineses se reúnem para maré cheia e são surpreendidos por onda gigante

Fenômeno ocorre quando maré sobe e força ondas contra o leito do rio.
Moradores e visitantes costumam se reunir para esperar a onda em Haning.

Do G1, com AFP

Uma multidão de chineses é vista nesta quarta-feira (31) correndo da tromba d'água vinda da represa do rio Qiangtang, em Haning, leste da província chinesa de Zheijang. Moradores e visitantes se reúnem anualmente nesta época no local desde cedo para presenciar as trombas d'água, comuns por conta das fortes chuvas da estação. Não foi divulgado se alguém ficou ferido. (Foto: AFP)Uma multidão de chineses é vista nesta quarta-feira (31) correndo da enorme onda que invade a rua, vinda da represa do rio Qiangtang, em Haning, leste da província chinesa de Zheijang. Moradores e visitantes se reúnem anualmente nesta época no local desde cedo para presenciar o fenômeno, que ocorre quando a maré sobe abruptamente e gera ondas que sobem pelos leitos dos rios. Não foi divulgado se alguém ficou ferido. A mídia local afirma que a maré atingiu seu maior nível em 10 anos, devido à passagem do tufão Nanmadol. (Fotos: AFP)

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A ORIGEM DO NOME GRANDEZA DO PRÍNCIPE

Quando Napoleão ameaçou Portugal e forçou a Família Real Portuguesa a fugir para o Brasil foi uma verdadeira festa em todos os cantos da Colônia. O Príncipe D. João ao se estabelecer definitivamente no País resolveu agradecer as milhares de homenagens que vieram dos mais longínquos recantos. Em quase todas as Províncias foram criadas novas vilas e, naturalmente, seus nomes foram mudados, como passou a ser regra no País daí por diante. Os moradores das novas vilas, em boa parte portugueses endinheirados, sugeriam nomes de cidades de Portugal, mesmo as mais obscuras, mas que correspondessem às suas cidades de origem. Assim é que nasceram as Bejas de Cá, Sabugal do Norte, Montemor-o-Novo e por aí vai. Acontece que sempre havia grupos de a terrinha e queriam prestar homenagem ao próprio Príncipe Regente. Assim é que muitas vilas passaram a ser batizadas com o Real nome do Príncipe. Vejamos alguns exemplos: Ribeira do Príncipe, Montes do Príncipe, Grandeza do Príncipe e diversas outras.

Assim é que o nome de Grandeza do Príncipe foi dado a uma vila no interior do Norte e que já era conhecida na Corte pelo valor de seus homens. O primeiro Intendente foi escolhido na pessoa do Coronel Eronildes, o maior criador de gado de toda a região. O Coronel casou-se com a filha do Coronel Ribamar outro grande criador e dono de muitos escravos. O casal teve muitos filhos, mas o primogênito quando atingiu a idade de 18 anos foi elevado à posição de Intendente. A partir dessa época nenhum Intendente de Grandeza do Príncipe foi escolhido entre membros de qualquer outra família.

A família dos Eronildes passou a mandar e desmandar em toda a região e tornou-se a mais rica da região e de grande influência política. Eles mandavam e desmandavam nas repartições municipais e mesmo nas estaduais. A Prefeitura de Grandeza do Príncipe tinha em sua totalidade funcionários nomeados pelo intendente da ocasião e que permaneciam eternamente nos postos muito embora ganhassem sempre metade do salário que era indicado nas folhas de pagamento.

As pessoas perguntavam para onde ia a dinheirama que a PMGP arrecadava, mas ninguém sabia responder. Em obras públicas é que não eram empregadas, pois buracos mal cheirosos e animais soltos nas ruas eram o que logo notavam os visitantes quando chegavam a outrora bela cidade.

Ninguém sabia o que fazer. Certamente haveria maneiras de remediar essa situação.


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Wednesday, November 09, 2011

GRANJA - CENA DE RUA 22




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Roberto DaMatta
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Livros, leitores e antileitores

09 de novembro de 2011 | 3h 09

Roberto DaMatta - O Estado de S.Paulo

Num desses dias, uma secretária do departamento onde trabalho anunciou:

- Professor, tem um padre da universidade federal YZ querendo falar com o senhor, posso passar a ligação?

- Sem dúvida, disse eu, pegando no fone com a atenção e a curiosidade de sempre.

- Aqui é o padre X, professor Roberto. Estou ligando para convidá-lo a tomar parte numa discussão sobre agricultura e "tecnovilas". O senhor aceita?

- Sim, reverendo, se entendesse do assunto, mas, infelizmente, dele nada sei.

- Modéstia sua, professor. Como é que um homem que escreveu um livro intitulado Tecnovilas diz isso? É claro que o senhor entende.

- Padre, meu livro não é sobre "tecnovilas", é sobre o pequeno cotidiano americano: o meu dia a dia de docente expatriado na Universidade de Notre Dame, em South Bend, Indiana, Estados Unidos. O título não é Tecnovilas, é Tocquevilleanas, uma humilde homenagem ao estudioso e político francês que, acompanhado do seu amigo, Gustave de Beaumont, viajou pelos Estados Unidos entre 1831-32 e escreveu um livro clássico sobre o estilo de vida americana, intitulado Democracia na América. Desculpe pelo título que o confundiu!

* * * *

Tal como as pessoas, os títulos dos livros enganam leitores, bibliotecários e autores. Um sujeito bem vestido e falante, quando devidamente aberto, revela-se uma toupeira ou um Evereste de empáfia. Um nobre ministro surge como um chefe de quadrilha feito por ONGs que desviam dinheiro público para um partido cujo nome remete a abnegados e virtuosos.

Meu colega e amigo, o cientista político Eduardo Raposo, ouviu de seu primo Lobinho a seguinte história: um sujeito chega a uma biblioteca e pede um livro de botânica. O funcionário prontamente lhe apresenta com um sorriso alvar Raízes do Brasil.

* * * *

Quando eu selecionei as crônicas para compor o livro Tocquevilleanas: Notícias da América, telefonei ao meu editor e amigo, Paulo Rocco. Na euforia daquele momento especial, pois a empreitada de escrever um livro nos envolve de todas as maneiras e, como disse melhor do que ninguém, Thomas Mann, trata-se de uma tarefa equivalente a uma "batalha, perigo no mar ou risco de vida, e nos aproxima de Deus em busca de auxílio, bênção e misericórdia"; eu mencionei um título: Notícias da América. Paulo Rocco adorou. Terminei a ligação ouvindo dele os augúrios de sucesso.

Coloquei o manuscrito no forno por uns dias, como sempre faço quando se trata de escrever para publicar - uma tentativa frequentemente inútil de evitar monstruosidades -, mas, ao retomar a obra, um anjo do mal meteu na minha cabeça que eu deveria homenagear o grande Alexis de Tocqueville. Se Heitor Villa-Lobos, disse-me a entidade, fez suas "bachianas" pensando em Bach, por que eu não poderia fazer umas "tocquevilleanas" pensando num autor desconhecido das ciências sociais brasileiras; um intérprete maior de problemas contemporâneos, mas que não é citado em nenhum dos clássicos nacionais, justamente para falar dos contrastes entre o Brasil e os Estados Unidos?

E, assim, devidamente impregnado pelo anjo, reli Democracia na América - como havia feito em 1974-79 - enquanto escrevia Carnavais, Malandros e Heróis - e inventei o tal "tocquevilleanas" imaginando (graças ao malefício do anjo) que minha mente era o mundo e que todos sabiam de sobra quem era Tocqueville.

Ledo engano!

Publicado o livro, descobri que as pessoas sequer sabiam pronunciar o título, que - conforme me revelou um profissional com sua saudável mistura de inocência e autoritarismo jornalístico - era "muito complicado". Foi quando descobri a mais crassa verdade pós-moderna: se a obra tem um título impronunciável, você não lê o livro. Vira um antileitor. Resultado: numa segunda edição, que em breve chega às livrarias, suprimi o solene "tocquevilleanas". Ganhou Tocqueville, que não precisa de minha homenagem e, imploro aos deuses, ganham os eventuais leitores. Pois debaixo do título Notícias da América não há como confundir nenhum entendido, leigo ou jornalista.

* * * *

Na esteira dos antileitores, voltei ao Raposo e ele relata que seu primo Lobinho havia feito uma grande descoberta. Na tal biblioteca onde Raízes do Brasil está na estante de botânica, O Idiota surge na de psicologia, A Interpretação dos Sonhos, na de esoterismo; Sobrados e Mucambos está catalogado como engenharia e Montanha Mágica, como astrologia. Já Memórias Póstumas de Brás Cubas entra como kardecismo; Lolita, na lista de livros para moças; A Guerra das Salamandras, em história militar; Cem Anos de Solidão, na prateleira de geriatria; O Cru e o Cozido, na de culinária, e Hamlet, na de receitas inglesas. Já Madame Bovary surge na de pornografia; Os Maias, na de etnologia centro-americana; As Neves do Kilimanjaro, no setor de clima e ecologia; as Viagens de Gulliver, no de turismo; O Poder e a Glória, no de política; e, por fim e para encurtar uma infindável história, Carnavais, Malandros e Heróis, inclassificável por não ser lido, é listado tanto nas obras devotadas às escolas de samba, quanto está na prateleira de fraudes e contravenções.

Tentei interpelar a diretora, mas desisti. Ela é "blindada"!


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JORGE RAPOSO ESCREVE AO BLOGUEIRO NA DATA DE SEU ANIVERSÁRIO.


Prezado,

Você não me pediu, mas eu me intrometo no seu blog para escrever alguma coisa na data em que você completa 75 anos. Antigamente, atingir essa idade era raro. Só poucos a atingiam. Hoje é muito comum. Mas, isso todo mundo sabe. O que interessa é se chegar até aqui – como você sabe, eu sou da sua idade, aliás, do mesmo dia – vale a pena. Somando tudo eu acho que valeu a pena eu ter vivido esse tempo todo. Agora sei que você não é da mesma opinião e anda se queixando muito, que está cansado e mexendo em papéis para ordenar sua vida. Ordenar o que homem? Quando você partir, daqui a pouco ou daqui a muitos anos quem é que vai dar atenção para o que você fez? Conselho não se dá a quem não pede, mas eu me aventuro a lhe dar um. Compre uma terrinha lá na Malhadinha e comece uma pequena criação de bodes, dos “pé-duro” mesmo, e vá se distrair. Leve os livros que você compra e não lê – eu sei disso – e tente aprender ainda alguma coisa. Quem sabe, daqui a uns quinze anos, aos 90, nós possamos comemorar alguma coisa de valor que você tenha feito? Que tal um prêmio de leitor bissexto? Um grande abraço do Jorge.


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Tuesday, November 08, 2011

AFORISMOS, APOTEGMAS, MÁXIMAS


"Acho as mulheres um saco. Sempre achei. Amo Mickey Mouse mais do que qualquer mulher que já conheci."

Walt Disney (1901 –1966)
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Sunday, November 06, 2011

VISITA AO ZOOLÓGICO - HISTORIETAS DE SEGUNDA-FEIRA 247


Domício visitava um zoológico, parece. Havia um cachorro imenso e um macaco que se jogaram sobre ele, lambendo-o todo, amigavelmente... Alguém dizia que eles não faziam mal a ninguém. Quando saiu um deles, não sei se o macaco ou o cachorro, perguntou: - Você vem amanhã?...
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Friday, November 04, 2011

CAMOCIM ONLINE: GRANJA "LIDERA" LISTA DAS CIDADES COM EXTREMA POBREZA...


CAMOCIM ONLINE: GRANJA "LIDERA" LISTA DAS CIDADES COM EXTREMA POBR...:


QUASE METADE DA POPULAÇÃO VIVE NA MISÉRIA ABSOLUTA O Ceará possui 1,5 milhão de pessoas vivendo na mais extrema pobreza, o que significa qu...



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Wednesday, November 02, 2011

JANUÁRIO E SEU AMIGO 13

O amigo de Januário lhe dizia enquanto tomavam um refresco de michirica.

– Amigo você precisa cuidar da “inculta e bela”! Januário lhe responde:

- Colega eu cuido da inculta com a face direita e da bela com a esquerda.

- Então ta! Faz o que te dá na telha!


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GRANJA - CENA DE RUA 21




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