Wednesday, December 29, 2010

GRANJA - LELÉ



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Tuesday, December 28, 2010

AFORISMOS, APOTEGMAS, MÁXIMAS

Eu fiz um acordo com o tempo, nem eu fujo dele, nem ele me persegue, um dia a gente se encontra.

Mário Lago (1911 – 2002)


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Monday, December 27, 2010

HISTORIETAS DE SEGUNDA-FEIRA 203


O PASSADO PASSOU

- Será que a gente pode tirar o nome dele? Perguntou o amigo.
- Tirar de onde companheiro?
- Ora, você sabe...
- Mas isso é impossível! Além do que, ele está na Internet, está por toda parte!
- É verdade, mas eu tenho um amigo que sabe mexer com esse negócio e me garante que vai até o Google e retira qualquer coisa!
- Mas tudo isso pra que, camarada?
- É mesmo! Talvez não seja mesmo necessário ir tão longe.



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Monday, December 20, 2010

GRANJA - MERCEARIA E BAR




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AFORISMOS, APOTEGMAS, MÁXIMAS

A guerra contra os privilégios nunca terá fim. Sua próxima grande campanha será a guerra contra os privilégios especiais dos desprivilegiados.

H. L. Mencken (1880 – 1956)




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Sunday, December 19, 2010

HISTORIETAS DE SEGUNDA-FEIRA 202

ELE VAI TIRAR A MÃE DA FORCA.

Sendo o Sócio Gerente da fábrica de ventiladores em Pocinhos Ricardo contratou um advogado famoso para defender sua Mãe, mas não deu; ela foi condenada à forca. O dia da execução foi marcado e já se construía a geringonça. Na manhã do dia ele pegou sua Pajero Preta, novinha em folha e saiu a mais de mil em direção ao local do enforcamento... De longe ele viu o corpo de sua mãe balançando no ar.



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Wednesday, December 15, 2010

Tuesday, December 14, 2010

Sunday, December 12, 2010

HISTORIETAS DE SEGUNDA-FEIRA 201

O JUMENTO FILÓSOFO

O garoto cochilava, já tarde da noite, no banco da praça, à espera da D-20 que o levaria pra casa, lá no Sítio do Toco. Ele tinha assistido aula do curso de Filosofia dada pelo Professor Telêmaco. O garoto toma um susto e é despertado por um jumento que comia seu caderno de anotações. Ele ficou imaginando a transformação que o jegue sofreria: ele talvez se transformasse num perfeito prefeito.

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Friday, December 10, 2010

CONTOS DA RIBEIRA - 49


CLARIMUNDA DA RIBEIRA

Ele não frequentava a Igreja, nunca estudou no Seminário e nem mesmo foi coroinha, só ia a missas de sétimo dia de velhos conhecidos. Não acreditava em muitas coisas e carregava consigo um grave defeito. Era um eterno apaixonado, muito embora os objetos de suas paixões não tomassem conhecimento delas. Rogério levava assim sua vida que, por sinal, já estava dando sinais de grande desgaste. Aqui e ali ele tinha dúvidas, ou melhor, alguma garota lhe deixava dúvidas se ele ainda não poderia ter sucesso com esses seres estranhos. (...)

Foi num dia de domingo na Beira-rio que, fazendo sua caminhada diária, cruzou com ela. Ainda de longe ele havia notado seu caminhar meio desengonçado, rebolativo e quando cruzaram caminho ela olhou bem dentro de seus olhos; Rogério logo sentiu um incômodo, como se tivesse sido ferroado por uma abelha. A partir dessa ferroada, Clarimunda, pois era esse o nome da garota, não lhe deu mais trégua. Além dos encontros, ou melhor, dos cruzamentos diários na Beira-rio, ela encontrava pretextos vários para ir até a sua bodega para um dedo de prosa e adoração.

Esse ataque continuou por muito tempo até que ele foi completamente enredado na teia, não de abelhas que não as têm, mas numa teia de aranha negra, bem tecida e forte. Por mais que ela lhe satisfizesse em seus mínimos desejos Rogério não conseguia compreender qual o motivo desta tão grande atração que Clarimunda sentia por ele, é lógico, além de seu charme especial. Apesar de não entender as razões da jovem, sendo ela bem mais nova do que ele, Rogério passou a admitir que ela fosse preparar algumas frugais refeições, lavar algumas peças de roupa em sua casa, visto ser um rapaz solteiro e comer fora, costumeiramente.

A amizade entre os dois já ia a bom caminho e Rogério já se achava quase que enfeitiçado pela jovem; aliás, todos os seus amigos e parentes achavam que alguma coisa de sério iria acontecer com os dois. Foi então que Rogério passou a notar um comportamento muito estranho de Clarimunda. Ele notou que todas as sextas-feiras ela só aparecia em sua casa depois das 10 horas da noite. Por mais que ele procurasse a razão para isso não encontrava nada que justificasse o que acontecia. Nessas ocasiões ela levava sempre um potinho com uma ceia especial, geralmente um doce, que preparava para seu namorado.

Rogério queria tirar a limpo qual a razão do comportamento de sua nova amiga. Não que ele se importasse muito, mas é que gostava de tudo muito certinho em sua vida e isso estava-lhe atrapalhando os pensamentos. Ele resolveu investigar o fato começando pela vizinhança de Clarimunda. A menina tinha vindo do interior, de um lugarejo próximo ao Ibuassu; ninguém sabia sobre seus pais. Ela podia até ser uma invenção ou alucinação de Rogério. De qualquer forma ele perguntou a muita gente, com muito vagar a fim de não chamar atenção. Ninguém sabia de coisa alguma, mas todos diziam que ela só falava em seu namorado, que era bonito e delicado e muito dedicado.

Essa procura levou Rogério a descobrir que a casinha em que sua namorada morava dava os fundos para o Cemitério de Santa Eulália. O moço deu um jeito de observar Clarimunda a partir do interior do cemitério. Numa sexta-feira ele foi bem cedo até o cemitério e, dando um agrado para o zelador, conseguiu sua permissão para entrar no campo santo. Ao entrar, escondendo-se por trás de túmulos antigos, ficou a espreita, mirando a parte de trás da casinha de sua namorada. Já estava escuro quando ele foi recompensado e viu a jovem sair pela porta dos fundos de sua casa e entrar para o cemitério através de uma abertura muito estreita que ele só conseguiu ver com muito esforço e porque notou que ela chegava perto da parede do lado externo e logo aparecia do lado interno, assim bem rapidinho. Rogério viu que ela se dirigia para uma parte do cemitério onde estavam sepultadas pessoas importantes, dos tempos antigos da cidade. Ele também observou que Clarimunda levava alguma coisa em suas mãos e, espichando bem o pescoço ele viu que era uma pequena bolsa escura.

Rogério ficou na dúvida se acompanhava Clarimunda em seu périplo e suas ações no cemitério ou se passava através da abertura na parede para sua casa e a examinava. Ele preferiu acompanhá-la com cuidado e ver se descobria o que sua namoradinha fazia nesse lugar não de todo adequado para ela, pensava ele. Rogério viu quando ela chegou a um túmulo antigo e meio que desabando e, ajoelhada, começou a cavar a superfície usando um objeto, talvez uma pazinha de jardim, que retirara da pequena bolsa escura. Não demorou muito e ele ouviu um som de metal sobre madeira e acreditou que a jovem havia atingido alguma estrutura abaixo da superfície. Por sua atitude parecia que ela já havia mexido anteriormente no caixão, pois certamente, era um caixão de que se tratava. Com o coração batendo apressadamente ele não arredou o pé e viu que Clarimunda retirava um pequeno osso enterrado no local e o colocava, juntamente com a pá, na bolsa escura que trazia.

A moça se dirige então, de volta à abertura na parede do cemitério e a atravessa sem dificuldade alguma chegando à sua casa. Rogério deixa passar alguns minutos e vai até o local e tenta passar por essa abertura, mas não consegue, pois ela é estreita demais. Ele não sabe como Clarimunda conseguiu atravessá-la, mas resolve pular o muro e ficar de espreita na porta da cozinha que se encontrava semiaberta.

O que ele viu causou-lhe um grande espanto. Clarimunda pegou o pequeno osso que aparentava estar muito frágil e o reduziu a pó utilizando um almofariz de pedra e um pistilo. Certamente a quantidade de osso que ela trouxera foi suficiente para a preparação que faria, pois Clarimunda adicionou um líquido azulado guardado em uma pequena garrafa de vidro que estava ao lado dos outros ingredientes e apetrechos. Após ter misturado bem o pó de osso com o líquido ela retira um colher de sopa bem cheia com a mistura e adiciona à pequena panela onde alguma coisa estava fervendo sobre o fogão. Após ter mexido bem os ingredientes ela apagou o fogo e verteu a mistura em um potinho tudo por tudo igual aos que ela lhe levava em outras sextas-feiras. Logo, logo Rogério sai apressado e, sem dar boas noites para nenhum dos vizinhos sentados em frente às suas casas vai para a sua.

Sem ter que esperar muito ele pressente a chegada de Clarimunda que, por esse tempo já tem a chave de sua casa. Ela entra e logo lhe diz:

- Boa noite, meu bem! Você está bem?
- Tudo bem...
- Eu trouxe um potinho de doce de caju em massa para você. Acabo de tirar do fogão. Acho que está delicioso. Você quer experimentar logo?

Sem esperar por seu consentimento Clarimunda põe uma boa quantidade de doce em um pratinho e da para Rogério. Ele come o doce sentindo uns pedacinhos que lhe parecem ser fragmentos de castanha de caju.


Texto: Kézia Sena (http://cartaskelus.blogspot.com/2010/07/bastou-um-olhar.html)
Foto: Mariana Neto
Modelo: Camilla Savi



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GRANJA NA TV - CARAVANA VERDES MARES

Vejam abaixo vídeos sobre matérias apresentadas pela TV Verdes Mares em abril de 2010.(Vídeos postados por jordanyxp.)








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Thursday, December 09, 2010

A VACA NÃO SAI DO BREJO

O Senador Demóstenes Torres (DEM) publicou, recentemente, o artigo acima (A vaca não sai do brejo) no "Blog do Ricardo Noblat". No artigo o Senador analisa os resultados publicados no relatório "De olho nas Metas 2010", elaborado pela organização não governamental "Todos pela Educação" que mostra que a inclusão e a qualidade do ensino no País só serão satisfatoriamente fechadas em 2050. Clique no link abaixo para ler o artigo.

Artigo : A vaca não sai do brejo


Globo Online



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GRANJA - SEDE DA PREFEITURA MUNI IP L




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Wednesday, December 08, 2010

Tuesday, December 07, 2010

AFORISMOS, APOTEGMAS, MÁXIMAS




No passado eu não compreendia porque não encontrava respostas às minhas perguntas; hoje não compreendo como podia acreditar que pudesse perguntar. Entretanto, eu não acreditava, perguntava somente.

Franz Kafka (1883 – 1924)





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Sunday, December 05, 2010

HISTORIETAS DE SEGUNDA-FEIRA 200


HISTORIETAS DE SEGUNDA-FEIRA 200


O DOIDO DO CHICO


O Chico da Dona Hortênsia, aquele que morava na Capital e veio embora, só pode ta doido mesmo. Pois não é que ele comprou, por um dinheirão, vinte mil, uma casa na beira da praia, um verdadeiro palácio aos seus olhos e não passou dois anos ele a vendeu, por oito mil, agora uma verdadeira choupana, aos seus mesmos olhos! A mulher que a vendeu era sabida e a que a comprou também; o único burro ou doido era o Chico.



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Carvalho Motta - Capitalista e Governador


Foi lançado ontem (4/12/2010) o livro "Carvalho Motta - Capitalista e Governador" de autoria de José Xavier Filho. O lançamento se deu na sede do Instituto José Xavier em Granja (Ce). O livro trata de aspectos da vida do Coronel Antonio Frederico de Carvalho Motta comerciante e capitalista de Granja e que ascendeu à Presidência do Estado do Ceará em janeiro de 1912.

O livro poderá ser adquirido (por R$ 20,00) em Fortaleza na Livraria Oboé (Center Um) e em Granja na sede do IJX (Rua Pessoa Anta, 564 - Telefone (085) 99501157 e email: institutojosexavier@yahoo.com.br).

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Friday, December 03, 2010

A VIDA AVENTUROSA DE TROFIM VASEC EM DIVERSOS CAPÍTULOS – 20


TALZINHO E O NAMORO DO ZÉ PRETO

Trofim Vasec andava muito desconfiado. Ele tinha quase certeza do namoro de seu amigo Zé Preto com uma das filhas, a mais bonita, do Senhor Cristóvão. Ele não tinha nada assim a ver com o namoro dos dois, mas como gostava muito do amigo ele se preocupava com o andar do caso. O eslavo gostaria de conversar com o amigo, pois como este era casado e tinha muitos filhos, ele ficava imaginando que Dona Candinha sofreria muito se o namoro fosse descoberto. Essa preocupação e essas razões eram o que aparecia para os amigos de Trofim que também desconfiavam. O Zé Preto não estava nem aí. Podia ser descoberto ou não, o fato é que ele estava apaixonado pela menina e, nada importava como sabemos para quem está apaixonado. (...)



O Zé Preto gostava de viver na corda bamba, pois ele sempre estava falando, discursando em solenidades e festas da Igreja e soltava indiretas ao afirmar que tinha um caráter apaixonado e gostava de apreciar o belo e por ai vai. Dona Candinha ouvia essas falas do marido e ficava desconfiada, mas nunca chegou a descobrir coisa alguma. Só o amigo Trofim e uns poucos mais da roda de cerveja e do bilhar do Seu Tiago é que faziam a ligação entre o Zé Preto e a filha mais bonita do Senhor Cristóvão. Mas, como tudo tem um fim o falatório começou e o Zé Preto ficou encalacrado. O pior de tudo é que, por mais que não se quisesse, interesses políticos foram envolvidos. O namorado e apaixonado Zé Preto tinha um ótimo emprego na Coletoria arranjado pelo Coronel Melo com o Governador do Estado. Era evidente que era um emprego político, pois a qualquer hora o Coronel poderia pedir ao Governador que demitisse seu indicado e, certamente, colocasse outro no lugar. Sendo assim o emprego do Zé dependia de seu comportamento segundo a observação de seu padrinho político.

Era sabido e notório que os apaixonados se encontravam na Igreja, por trás da imagem do Santo Padroeiro. Eles tinham dia certo para os encontros e Trofim era um dos que sabiam qual era dia; se quisesse encontrá-los juntos era ir, pelas nove horas da noite à Igreja e subir até o altar mor e procurar atrás do Santo – lá estariam os dois em colóquio amoroso. Foi lá no alto, bem aos pés do Santo que Trofim descobriu que Talzinho estava metido nesse negócio. Ele não sabe como, mas o danado do Talzinho, ou melhor, sua imagem ou o que estava restando dela, apareceu atrás da imagem do Santo Padroeiro; ficou logo evidente a Trofim que Talzinho estava confabulando com Zé Preto a respeito de algum assunto sério, pelo menos para os dois. Após ele ter descoberto que os dois estavam conversando Trofim resolveu descer e esperar pelo Zé embaixo a fim de esclarecerem os fatos.

Quando o Zé Preto desceu e encontrou-se com Trofim não foi muito difícil para o eslavo descobrir o que tinha levado Talzinho a conversar com o apaixonado. Disse-lhe Zé Preto que Talzinho o tinha ameaçado de contar toda a história de sua paixão a Dona Candinha se ele não deixasse seu emprego na Coletoria e o passasse para seu sobrinho Ramon, o mais novo representante de seu clã. Só restava saber se este jovem aceitaria a negociação, pois o que ele queria mesmo era ser Coronel da Guarda Nacional. Trofim não gostou muito dessa história contada por Talzinho, pois no íntimo ele queria é que o boneco de madeira encostasse as chuteiras e deixa-se de assombrar as moças da cidade, principalmente Lídia a filha encostada de Seu Lalo.



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Thursday, December 02, 2010

"Bactéria que come arsênico abre nova perspectiva para vida fora da Terra"


Leia notícia de hoje no Estado de São Paulo que relata estudos da NASA sobre uma bactéria capaz de substituir o fósforo por arsênico.

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GRANJA - PRONTA PARA O MERCADO


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Wednesday, December 01, 2010

GRANJA - BREGUEÇOS DO HAROLDO


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